ENTREVISTA PARA O BOLETIM VINCULUM

Um dado significativo do meu doutoramento na Geografia USP (2000-2006) foi minha atuação social, explicitada em muitas atividades envolvendo, é claro, a discussão das proposições por mim elaboradas junto ao público ouvinte e leitor.
Nestas atividades, tive oportunidade de expor dados e avaliações referentes à minha Tese de Doutorado, centrada na questão do meio urbano e dos recursos hídricos, e paralelamente, envolvendo uma multiplicidade de discussões correlatas.
Dentre estas poderia elencar: a imperiosidade da discussão da temporalidade moderna, a crise urbana mundial e a questão da apropriação dos recursos naturais; por fim, a insolvência social do tecido urbano global.
Evidentemente, sendo eu um geógrafo que agrega a esta condição a de ser orgulhosamente um antropólogo, tornou-se inevitável que meu doutoramento incluísse a discussão de várias temáticas antropológicas, dentre estas, a dicotomia Tradição e Modernidade, vital para compreendermos não só o nexo epistemológico da crise ambiental do mundo contemporâneo como igualmente sua superação.
Assim sendo, não faltaram oportunidades para compartilhar especulações que contribuíram para elucidar várias nuanças referentes à minha pesquisa, que contou com a inestimável pontuação de indagações colocadas por interessados, pertinentes por tonificarem conclusões hoje explicitadas no texto final de minha Tese.
A entrevista concedida ao Boletim Vinculum (Núcleo de Estudos da Saúde Mental), sediado em São Paulo (SP), foi a primeira concedida após a conclusão do meu doutorado, cujo título, Água e Metrópole: Limites e Expectativas do Tempo, denuncia muitas das ponderações disponibilizadas no arquivo PDF abaixo.
Admoestações que acautelam relativamente a um debate premente, do qual se desdobra a própria possibilidade - ou não - de sobrevivência da espécie humana no nosso Planeta.
A conferir...


