ECO-KASHER E OIKO-MENISMO

 


Imagem alegórica tradicional judaica destacando os sete alimentos que eram doados ao templo sagrado em Jerusalém: trigo, cevada, vinha, figos, romã, azeite e mel.

  

Seguramente, as regras alimentares do judaísmo constituem um dos mais conhecidos elementos rituais desta religião milenar. Integrando o que é definido como casher, os alimentos cuja ingestão é permitida pelo código religioso judaico reportam a um elaborado conjunto de regras sedimentadas ao longo de séculos. Estas configuram o chamado código de pureza, ou resumidamente, regras casher.

Contudo, qual seria o sentido deste código nos dias de hoje? Foi procurando responder esta indagação que redigi o texto Eco-Kasher e Oiko-Menismo.

A intenção premeditada deste material é suscitar uma compreensão da certificação casher, rediscutindo-a na lógica do respeito ao meio ambiente e da justiça social. Por isso mesmo, posiciona esta discussão em marcos mais amplos, ultrapassando o sentido meramente formal desta forma tradicional de regrar a alimentação.

Repassando este artigo a alguns amigos teólogos, foi-me solicitada permissão para incluí-lo em uma coletânea de textos de discussão bíblica.

Acedendo a este pedido, Eco-Kasher e Oiko-Menismo foi publicado na Revista de Interpretação Bíblica Latino-Americana (RIBLA), edição bilíngüe nas línguas portuguesa e castelhana dedicada ao Pentateuco (nº 23, co-edição Vozes e Sinodal, 1996).

 

 

 

 

O teor integral do texto publicado pode ser acessado no link abaixo. 
Clique aqui para fazer o download do arquivo em PDF


 

 

Quem desejar conhecer a versão em castelhano, disponibilizada pelo Conselho Latino-Americano de Igrejas (CLAI), pode acessar o link abaixo:
http://www.claiweb.org/ribla/ribla23/eko%20kashr.html
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