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 MUNDO TRADICIONAL, IMAGINÁRIO E CARTOGRAFIA ANTIGA

 

 

Mapa de Bedolina, considerado um dos mapas mais antigos do mundo (circa 4000 aC)

 

Quando o assunto em pauta é o mundo tradicional, não há como dissociar o estudo da cartografia elaborada pelas sociedades antigas da análise dos arquétipos figurativos materializados em amplo rol de alegorias espaciais.

Reconhecidamente, este rol de pressupostos simbólicos conquista na avaliação dos mapas da antiguidade prioridade indiscutível.

Recordemos que enquanto peças culturais, os mapas constituem, num angulo topológico, formidável testemunho de modelos imaginários do espaço, revelando anseios e enquadramentos prescritos pelas civilizações, elementos conotados pela percepção sensível da espacialidade.

Embasadas em arquétipos figurativos, as representações do espaço remetem a uma geografia imaginária que habilita aos geógrafos, o rastreamento de territórios simbólicos, identificando sua configuração e a lógica da articulação dos elementos que os compõem.

Neste exato sentido, Mundo Tradicional, Imaginário e Cartografia Antiga se predispõe a contribuir para com a discussão da cartografia tradicional, prenhe de significados aos quais a modernidade não pode ignorar.

 O texto segue para todos os interessados .

 
 

 

 

O teor integral do texto publicado pode ser acessado no link abaixo.
(Texto masterizado e incorporado à Geocarto - Série Cartografia 3)
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