Cartografia de África:

Toponímia, Africanidade e Imaginário

Versão do mapa de Ptolomeu elaborada por Johannes Schnitzer (1482), evidenciando desconhecimento geográfico do continente africano.

 

Fato raramente lembrado, a toponímia reveste-se de importância fundamental na avaliação dos mapas enquanto peças culturais, históricas e políticas.

Isto porque o regime de nominação que governa a titularidade dos lugares reporta a contextos onde a percepção do espaço e dos seus habitantes é com freqüência, conotada por inferências que ultrapassam uma mera funcionalidade de se identificar povos, países, cidades, rios e lagos.

Neste texto, focalizaremos referências toponímicas que se fizeram presentes, junto à cartografia européia, no que tem sido referendado como África Negra.

Nesta acepção, estamos incluindo os territórios que se estendem das franjas do Deserto do Saara - o Sahel  - ao Cabo da Boa Esperança, no extremo Sul, espaço que em termos do contorno litorâneo abrange do Cabo Bojador (atual Saara Ocidental) até o Cabo Guardafui (Somália).

Nesta perspectiva, o paper Cartografia de África: Toponímia, Africanidade e Imaginário tem por pretensão avaliar os marcos referenciados pela cartografia europeia no tocante ao regime de nominação imposto ao continente, assim  como em contrapartida, o esforço africano em resgatar os topônimos ancestrais que dignificavam o reconhecimento do espaço na África pré-colonial.

 

 O teor integral do texto publicado pode ser acessado no link abaixo.
Texto masterizado e incorporado à Série Cartografia 10
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Texto original publicado na Revista Equador,
da Universidade Federal do Piauí (UFPI) - Fac-símile
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