ONDE FICA O IMPÉRIO ALMORÁVIDA?

Leituras divergentes na representação espacial do passado africano pela cartografia escolar

 

Dinar, moeda cunhada pelo Império Almorávida

  

Repetidamente, a cartografia tem sido apresentada como uma disciplina técnica, fato que embora verdadeiro, não pode omitir uma outra verdade: a de que os mapas constituem imagens cuja construção envolve influentes injunções culturais e políticas.

Enquanto tal essa matriz se reflete na interpretação dos espaços representativos de grupos, povos e culturas que se inserem num regime de estereotipias negativas junto ao pensamento ocidental.

Em especial, essa assertiva é verdadeira para o continente africano. O paper que segue, Onde fica o Império Almorávida? Leituras divergentes na representação espacial do passado africano pela cartografia escolar, avalia essa nuança com base na comparação de duas representações cartográficas do Império Almorávida: uma delas presente num Atlas escolar brasileiro e outra, procedente de um livro didático africano.

As diferentes noções que secundam as duas imagens constituem um dos muitos demonstrativos do quanto a cartografia pode trabalhar regimes de sentido vinculados a formas dessimétricas que transitam em meio a diferentes grupos, refletindo paradigmas opostos e discrepantes entre si.

 

 

 O teor integral do texto publicado pode ser acessado no link abaixo.
Texto masterizado e incorporado à Série Cartografia 7
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Texto original publicado na Revista Élisée, da Universidade Estadual de Goiás (UEG) - Fac-símile
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